Amo-te, mas não pelos teus beijos.
Porque no meu conceito, na forma e
sentimento,
estás longe do que algum dia praticou,
sentiu e viveu na sua vida em tempo.
Amo-te, mas não pelo teu jeito.
Por que da imaginação à realidade há uma
multidão de mistérios,
esses que se escondem e se expõem onde
todos podemos ser sinceros.
Amo-te, mas não pelos teus sonhos.
Porque assim como nos romances e contos
de fadas,
o «drama» e o «final feliz» se repetem sem
palavras,
com melodias, com uma olhada.
Amo-te, e não por assim dizê-lo.
Então dirás, o que me fica?
O que me espera?
Amo-te, e não pelo que imagina.
Amo-te, e não pelo que acredita.
Amo-te, mas não pelo que justifica.
É como o furacão da alma;
Um sorriso lindo e frio,
pão, milho e tempestade.
Amo-te, mas não pelo que você imagina.
Mas talvez seja o que sinto.
Como quando o sol não veio e só tenho desde
o dia certo,
teu sorriso para dar luz nos meus
pensamentos,
às vezes vulneráveis, às vezes fracos
mas sempre escondidos num verso.
Amo-te ou te amo, e não por assim dizê-lo,
Embora se use nos jogos e nas brincadeiras
dos sentimentos,
e isto é o que venho dizendo,
não
do jeito no qual nem se imagina o vento.
Amo-te, mas não do jeito que você imagina.
Talvez como quando achas vida no deserto,
como quando todo o belo fica esperando teus olhos na luz
e na luz de um dia novo.
Lima, 13 de junho de 2013.
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