miércoles, 26 de junio de 2013

SEM MEDO

Primeira vez 
conheço alguém
que pode amar 
sem temer.

Viver sem prejuízo
sem perder o juízo
sem olhar o tempo
sem olhar o jeito.

Azul, negro ou branco,
alto, baixo ou meio,
forte ou fraco
quente, frio ou morno,

Casado ou solterio,
jovem, velh, gord ou fraco
isso não importa me disse
isto é meu caminho certo.

Talvez o importante seja isso
e assim possa acordar
talvez seja a saída de ser feliz
sem medo ou com isso,

Perco meu juízo
primeiro é conhecer
e não enlouquecer
Caminhar, pular e sorrir.

O medo te faz viver
mas para querer assim
precisaria conhecer
e jogar as pedras que fazem
ganhar o medo de perder,
ainda nascendo
vindo uma nova queda.

É a primeira-segunda vez.
Sem medo ou com isso.

«Lima fria»

lunes, 24 de junio de 2013

Aun superior

Todo tiene un interés 
por poco que este fuera
y si no ocurriera
seria por primera vez

¿Quien puede querer pensando en el alma?
pregunta de los mil millones,
revolución de los motores,
callejón sin salida,

Cálida y tranquila
mariposa azul del amazonas
la encontré así
en la realidad de mis sueños.

Yo sin nada absolutamente
muy joven, sin educación,
sin dinero como ahora,
con odios y sueños

Ojos de limón le decía
flor tal cual con su nombre
manantial de vida
mi seguridad, mi torre.

¿Quien es quien puede?
me pregunto...
tanto tienes tanto vales
tanto esperas y no cosechas.

Estoy orgulloso me digo
por que me amaron sin nada
la nada de lo mucho
Con mi alma como soy,

Lo consiguió
gano el millón
yo era el millón, su millón
ahora tendrá mucho y mas aun superior
y así la pregunta resolvió.

No tendré que luchar mas
no habrá otro motivo
vivir sonriendo y
amar de la misma forma,

Con tu ejemplo.

Noche fría de Lima, 24 de junio de 2013

jueves, 13 de junio de 2013

Amo-te, não pelo que você imagina


Amo-te, mas não pelos teus beijos.
Porque no meu conceito, na forma e sentimento,
estás longe do que algum dia praticou,
sentiu e viveu na sua vida em tempo.

Amo-te, mas não pelo teu jeito.
Por que da imaginação à realidade há uma multidão de mistérios,
esses que se escondem e se expõem onde todos  podemos ser sinceros.

Amo-te, mas não pelos teus sonhos.
Porque assim como nos romances e contos de fadas,
o «drama» e o «final feliz» se repetem sem palavras,
com melodias, com uma olhada.

Amo-te, e não por assim dizê-lo.

Então dirás, o que me fica?
O que me espera?

Amo-te, e não pelo que imagina.
Amo-te, e não pelo que acredita.
Amo-te, mas não pelo que justifica.

É como o furacão da alma;
Um sorriso lindo e frio,
pão, milho e tempestade.

Amo-te, mas não pelo que você imagina.
Mas talvez seja o que sinto.

Como quando o sol não veio e só tenho desde o dia certo,
teu sorriso para dar luz nos meus pensamentos,
às vezes vulneráveis, às vezes fracos
mas sempre escondidos num verso.

Amo-te ou te amo, e não por assim dizê-lo,
Embora se use nos jogos e nas brincadeiras
dos sentimentos,
e isto é o que venho dizendo,
 não do jeito no qual nem se imagina o vento.

Amo-te, mas não do jeito que você imagina.
Talvez como quando achas vida no deserto,
como quando todo o belo fica esperando teus olhos na luz 
e na luz de um dia novo.

Lima, 13 de junho de 2013.