jueves, 16 de mayo de 2013

Introspecção

Alguma vez sonhei em ter algo só pra mim,
pra mim, pra mim, 
algo que leve por primeira vez o meu nome.

Na imagem do sorriso e do meu jeito de chorar
Sonhei e digo sonhar por não dizer que foi o melhor.
Sonhei naquilo que me faça egoísta,
assim de simples numa palavra e.g.o.í.s.t.a. 
Com o mundo com a eternidade e comigo mesmo

Alguma vez sonhei ou talvez esse sonho sonhou comigo
mas o pensei e senti na profundidade como só meu, 
e só meu.
Não é verde o mundo, mas talvez o mundo não foi feito pra mim
Nada me compra nada sinto que me limita
é como uma magia
uma magia que às vezes eu só quero ver e que ninguém vê
Dos desenhos da minha alma estás pintada nas casas com pauzinhos 
algumas delas em forma de pessoas,
em forma dos que amo e amei
do tempo embaixo da solidão ou do tempo antigo,

Assim foi onde eu aprendi aceitar 
Esta é minha introspecção esta é minha solidão
Como se vivesse em mim com o nome das flores, do arco-íris
algo assim como Chrysanthemum frutescens
Simples e macia só pra mim até o fim
Mas ao final eu irei embora assim 
como as ondas do mar como o ar onde ninguém tem o controle
Irei-me sem te acordar sem dizer nada
com os meus ódios com o meu amor e com tudo.
Assim no limite onde ninguém me danifique.

Irei-me ou ficarei como senão estivesse
Onde na verdade conheçam só meu nome s.o.l.e.t.r.a.n.d.o.
onde cada letra signifique: todo seu...
onde o relativo seja o lixo da rua, e fique assim 
correndo ou devagar s.o.n.h.a.n.d.o.



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